Taura: tecnologia para transporte e preservação de órgãos alinhada aos ODS da ONU

O Taura, equipamento desenvolvido pela Biotecno para a preservação e o transporte de órgãos destinados a transplantes, apresenta contribuições relacionadas a diferentes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente nas áreas de saúde, inovação e sustentabilidade. 

A atuação do Taura está diretamente associada aos ODS 3 — Saúde e Bem-Estar, ODS 9 — Indústria, Inovação e Infraestrutura e ODS 12 — Consumo e Produção Responsáveis. A tecnologia também apresenta contribuições complementares relacionadas aos ODS 13 — Ação Climática e ODS 17 — Parcerias e Meios de Implementação.

O que é o Taura?

O Taura é uma solução desenvolvida pela Biotecno para a preservação e o transporte de órgãos destinados a transplantes. A tecnologia foi desenvolvida para integrar uma etapa crítica da cadeia de transplantes, oferecendo condições controladas para o transporte do órgão entre o local de captação e o serviço responsável pelo transplante.

Taura e o ODS 3: tecnologia a serviço da saúde e do bem-estar

O ODS 3 — Saúde e Bem-Estar tem como objetivo assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

Na cadeia de transplantes, cada etapa possui importância para que o órgão captado chegue ao seu destino dentro das condições necessárias para sua preservação. Por isso, o transporte de órgãos para transplantes exige soluções desenvolvidas especificamente para essa finalidade.

Ao contribuir para uma etapa essencial da logística de transplantes, a tecnologia se relaciona diretamente ao ODS 3 e ao fortalecimento de processos que fazem parte da assistência em saúde.

ODS 9: Inovação aplicada ao transporte de órgãos com o Taura

O ODS 9 — Indústria, Inovação e Infraestrutura incentiva o desenvolvimento de infraestruturas resilientes, a industrialização sustentável e a inovação.

O Taura representa a aplicação de tecnologia brasileira à cadeia de transplantes, transformando conhecimento e engenharia em uma solução voltada a uma necessidade específica da área da saúde.

A inovação aplicada ao transporte de órgãos contribui para a evolução da infraestrutura relacionada aos transplantes e demonstra como o desenvolvimento tecnológico pode apoiar diferentes etapas da assistência à saúde.

ODS 12: Reutilização do Taura e uso responsável de recursos

A sustentabilidade também está relacionada à maneira como produtos, materiais e recursos são utilizados. O ODS 12 — Consumo e Produção Responsáveis busca promover padrões mais sustentáveis de produção e consumo. Nesse sentido, o Taura apresenta uma contribuição relacionada à reutilização do equipamento e à redução da dependência de determinadas soluções descartáveis utilizadas no transporte convencional de órgãos.

Uma solução reutilizável pode contribuir para reduzir a geração de resíduos associados à operação, estabelecendo uma relação entre inovação tecnológica e uso mais responsável de recursos.

ODS 13: inovação e contribuição para a ação climática

O ODS 13 — Ação Climática estabelece a necessidade de medidas relacionadas às mudanças climáticas e seus impactos.

No contexto do Taura, a relação com esse objetivo ocorre de maneira complementar, principalmente pela possibilidade de redução de resíduos por meio da reutilização do equipamento.

A contribuição para a sustentabilidade deve ser compreendida dentro do conjunto de características e aplicações da tecnologia, reforçando a importância de soluções desenvolvidas para utilizar recursos de maneira mais consciente.

ODS 17: a importância das parcerias na cadeia de transplantes

Nenhum transplante acontece de forma isolada. A realização de um procedimento envolve diferentes profissionais, instituições e etapas, desde a captação do órgão até o transporte e a chegada ao serviço responsável pelo transplante.

Por isso, o ODS 17 — Parcerias e Meios de Implementação também se relaciona ao contexto de utilização do Taura.

A cadeia envolve indústria, hospitais, equipes de transplante, profissionais da saúde, empresas de transporte e outros atores, que precisam atuar de forma integrada para que o processo aconteça.

Nesse cenário, a tecnologia funciona como parte de uma rede que depende da colaboração entre diferentes áreas e profissionais.

Tecnologia, saúde e sustentabilidade conectadas

A relação do Taura com os ODS da ONU demonstra como uma solução desenvolvida para uma necessidade específica da área da saúde pode estar conectada a diferentes dimensões do desenvolvimento sustentável.

Saúde e bem-estar, inovação, infraestrutura, consumo responsável, sustentabilidade e parcerias fazem parte de uma mesma cadeia quando o objetivo é aprimorar processos relacionados ao transplante de órgãos.

Para a Biotecno, essa conexão reforça o papel da inovação como ferramenta para desenvolver soluções que acompanham as necessidades da saúde e contribuem para uma cadeia de transplantes cada vez mais estruturada.

O Taura Biotecno representa essa união entre tecnologia e saúde, levando inovação para uma etapa fundamental do processo de transplantes: a preservação e o transporte de órgãos.

Biotecno — Tecnologia que preserva vidas.

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Taura: tecnologia para transporte e preservação de órgãos alinhada aos ODS da ONU

Geladeira convencional ou refrigerador científico: Qual a diferença na conservação de insumos termossensíveis?

Quando o assunto é a conservação de vacinas e outros produtos termossensíveis, a temperatura indicada no display é apenas uma parte do processo. A estabilidade térmica, a uniformidade da temperatura, o monitoramento e os recursos de segurança do equipamento também são fundamentais.

Por isso, existe uma diferença importante entre utilizar uma geladeira convencional para vacinas e contar com um refrigerador científico desenvolvido especificamente para conservação de produtos termossensíveis.

Uma geladeira pode marcar 4 °C e ainda apresentar variações internas

A distribuição do ar pode não ser uniforme e diferentes fatores podem provocar oscilações térmicas. Entre eles estão a abertura frequente da porta, os ciclos do compressor, a reposição de produtos e as alterações na temperatura do ambiente.

Isso significa que, mesmo que o display indique 4 °C, podem existir regiões internas com temperaturas diferentes.

Para alimentos, essas características fazem parte do funcionamento de um equipamento doméstico. Para vacinas, reagentes e outros insumos termossensíveis, entretanto, o controle das condições de conservação exige outro nível de precisão

Por que a conservação de insumos exige controle de temperatura?

Materiais termossensíveis precisam ser mantidos dentro de condições específicas de conservação durante toda a cadeia de armazenamento.

Por isso, não se trata apenas de manter o produto refrigerado. É necessário reduzir as variações e acompanhar as condições de temperatura de forma contínua e confiável.

Nesse contexto, o equipamento utilizado para armazenamento exerce um papel importante.

Um refrigerador científico é desenvolvido considerando justamente as necessidades de conservação de produtos sensíveis à temperatura. Seu projeto pode incorporar recursos voltados ao controle e à estabilidade térmica, como circulação de ar, sistemas de monitoramento, alarmes e mecanismos de segurança para situações de emergência.

Entre esses recursos, está o sistema de emergência desenvolvido pela Biotecno, criado para atuar em situações de interrupção do fornecimento de energia elétrica e contribuir para a proteção dos produtos armazenados. A tecnologia faz parte das soluções desenvolvidas pela empresa para aumentar a segurança dos equipamentos e reduzir os riscos relacionados a ocorrências que possam comprometer as condições de conservação.

Além do controle preciso da temperatura, esses equipamentos oferecem recursos que auxiliam na identificação de alterações e na proteção dos produtos armazenados.

Entre os recursos encontrados nos equipamentos Biotecno:

  • controle e estabilidade da temperatura;
  • circulação de ar para maior uniformidade térmica;
  • sistemas de alarme;
  • monitoramento das condições internas;
  • sistema de emergência desenvolvido pela Biotecno;
  • recursos de segurança para situações como falta de energia;
  • soluções desenvolvidas para o armazenamento de produtos termossensíveis.

Dessa forma, o objetivo não é simplesmente refrigerar, mas manter o produto em uma condição térmica controlada, monitorada e protegida, inclusive diante de situações que possam afetar o funcionamento do equipamento, mas manter o produto em uma condição térmica controlada e monitorada.

Biotecno desenvolve refrigeradores e freezers científicos

É justamente para atender operações que não podem correr riscos com seus produtos e insumos que a Biotecno desenvolve refrigeradores e freezers científicos.

Há mais de 25 anos, a empresa atua no desenvolvimento de soluções em refrigeração científica para diferentes áreas da saúde, como hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, bancos de sangue e centros de pesquisa.

Os equipamentos são desenvolvidos com foco em estabilidade térmica, controle, monitoramento, segurança e rastreabilidade, contribuindo para a conservação de produtos que não podem perder seu valor.

Na Biotecno, a resposta começa com tecnologia desenvolvida para preservar.

Biotecno. Tecnologia que preserva vidas.

O que é e como funciona o Sistema de emergência dos equipamentos Biotecno?!

Tecnologia atua de forma automática durante quedas ou instabilidades na rede elétrica e pode oferecer autonomia de até 72 horas, conforme o modelo e a configuração do equipamento

A estabilidade da temperatura é um fator essencial para preservar a qualidade e a segurança de produtos e insumos sensíveis da cadeia de frio. Vacinas, sangue, hemoderivados, reagentes e outros materiais utilizados na área da saúde podem sofrer perdas quando submetidos a condições inadequadas de armazenamento.

Para reduzir os riscos provocados por interrupções no fornecimento de energia elétrica, os equipamentos da Biotecno contam com um sistema de emergência, desenvolvido para atuar como um backup automático de energia e manter a refrigeração em funcionamento durante situações de falta de energia ou instabilidade na rede.

Ativação automática

O sistema é acionado automaticamente quando o equipamento identifica uma interrupção no fornecimento de energia ou uma condição de subtensão significativa. Dessa forma, a transição para o sistema de emergência ocorre sem a necessidade de intervenção manual do operador.

Na prática, a tecnologia permite que a refrigeração continue ativa mesmo diante de uma falha na rede elétrica, contribuindo para a manutenção das condições adequadas de armazenamento dos materiais.

Autonomia que amplia o tempo de resposta

O período de funcionamento do sistema de emergência varia de acordo com o modelo do equipamento e sua configuração. A autonomia pode chegar a 72 horas, proporcionando uma margem de tempo maior para que a equipe responsável solucione a ocorrência elétrica ou coloque em prática os planos de contingência da operação.

Essa característica é especialmente relevante em ambientes nos quais a interrupção da refrigeração pode representar não apenas prejuízos financeiros, mas também riscos à qualidade e à segurança de materiais essenciais para o atendimento em saúde.

A proteção oferecida pelo sistema de emergência integra um conjunto de recursos voltados à segurança da cadeia do frio. Ao manter a refrigeração durante uma interrupção de energia, o sistema contribui para evitar que produtos sensíveis sejam expostos a variações inadequadas de temperatura.

Para hospitais, clínicas, laboratórios, bancos de sangue, farmácias, centros de pesquisa e outras instituições que trabalham com materiais termossensíveis, contar com uma solução de refrigeração equipada com sistema de emergência significa acrescentar uma camada de proteção à operação.

Biotecno — Tecnologia que preserva vidas.